Monday, September 24, 2007

Inovação – expandir a disciplina – parte 2

Um programa com alguma massa e um certo volume apreciável, será uma espécie de interpenetração entre a inovação tecnológica baseada num conhecimento de ciências naturais e o governo da execução societal dessa inovação. O programa visa um mínimo de 50% de ciências naturais ou de cursos tecnológicos, a fim de permitir que os estudantes consigam manter um diálogo crítico com cientistas e engenheiros.

A indicação da missão pode ser especificada sob a forma de protótipo:

  • O programa deve ser entendido como destinado a uma equipa de estudantes com um nível de conhecimento e um conjunto de aptidões/habilidades que lhes permita contribuir de modo útil para a realização de processos da inovação que ocorrem na interface das ciências e da tecnologia, por um lado, e entre as organizações e a sociedade, por outro.
  • O programa destina-se a permitir aos estudantes ganhar introspecção no decurso de processos da inovação no comércio e indústria, nos processos da administração pública e outras organizações que servem a sociedade, a fim de que possam desenvolver estratégias de redução de incertezas, controlando a dinâmica destes processos.
  • O programa contribuirá consequentemente, para realizar melhorias na harmonia entre oportunidades da ciência e da tecnologia e os desejos das organizações e da sociedade vistas como um todo.

Este enunciado da missão concentra-se na gestão da inovação, porque os processos da inovação em diferentes níveis da agregação são mutuamente dependentes, complexos e apenas compreendidos parcialmente. O autor concorda que para uma melhor compreensão destes processos e das possibilidades de serem geridos, há uma necessidade de que as pessoas possam construir pontes entre o que é cientificamente
e tecnologicamente praticável, e o que é desejado e praticável desde uma perspectiva organizacional e societal.

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